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Como as OSCs podem melhorar a vida das grandes cidades

A pandemia da Covid-19 ampliou desigualdades pelo mundo. Segundo o relatório anual da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), o ano de 2020 terminou com mais 22 milhões de pessoas pobres na região, somando um total de 209 milhões de habitantes em situação de pobreza nos países que estão nessas áreas. Em momentos críticos como esse, a atuação de Organizações da Sociedade Civil (OSCs) é ainda mais importante para melhorar a qualidade de vida nas grandes cidades.

Com o desemprego e sem possibilidade de trabalhar, muitas famílias se encontram em situação de vulnerabilidade social. Tentando evitar um colapso ainda maior, as OSCs, se unem ao poder público e empresas privadas dispostas a ajudar para encontrar soluções ou oferecer apoio a quem está nesta situação.

Assistência na crise

As organizações do Terceiro Setor, em sua maioria, atuam para combater desigualdades sociais e ajudam a diminuir os danos causados por um crescimento desordenado nas grandes cidades, como falta de acesso à escola ou moradia.

O fortalecimento do diálogo entre organizações, poder público e setor privado, tem sido decisivo para levar esperança à população durante a crise sanitária e financeira que estamos vivendo. Segundo dados do Monitor de Doações, da Associação Brasileira dos Captadores de Recursos (ABCR), desde o início da pandemia, as doações no país somaram R$ 6,4 bilhões.

Leia também: Educação é importante aliada no combate a vulnerabilidade social

OSCs no Brasil 

A publicação Perfil das Organizações da Sociedade Civil do Brasil, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) mostra que todos os 5.570 municípios do país contam com, pelo menos, uma organização desse tipo. A região Sudeste abriga 40% do total e 85.802 estão em Minas Gerais.

Ramacrisna e a RMBH

O Instituto Ramacrisna, atua desde 1959 no acolhimento de jovens em situação de vulnerabilidade na região metropolitana de Belo Horizonte, desenvolvendo projetos de aprendizagem, profissionalizantes, culturais, de geração de trabalho e renda, de maneira autônoma e com recursos provenientes de doações.

Em 1999, a Instituição iniciou parcerias com as prefeituras de Betim ampliando suas ações nas áreas de alimentação a baixo custo, aumento do nível de escolaridade, capacitação profissional e assistência social das regiões.

Ao todo o Ramacrisna tem nove projetos em desenvolvimento com o poder público, atua em 13 cidades da RMBH e já ajudou milhares de jovens a se inserirem no mercado de trabalho.

Parceria com a Iniciativa privada

Principal parceira do Instituto Ramacrisna, a Petrobras é patrocinadora do projeto Construindo o Futuro. Esse projeto beneficia, diretamente, 3.240 pessoas, dos bairros Imbiruçu, Colônia Santa Isabel e Petrovale, vizinhos à Refinaria Gabriel Passos, em Betim, por meio da inclusão social de pessoas de 3 a 40 anos de idade, promovendo o desenvolvimento sustentável da comunidade onde estão inseridos.

A iniciativa privada também se faz presente por meio de doações para os projetos, parcerias para a realização dos cursos profissionalizantes do Ramacrisna e deduções no Imposto de Renda por meio do Fundo para Infância e Adolescência FIA).

Outra parceria feita no escopo privado, é com a fundação BrazilFoundation que repassa recursos para o projeto Ampliando Fronteiras, que capacita adolescentes e jovens de 16 a 40 anos de Igarapé, promovendo a inserção desse grupo no mercado de trabalho.

Leia mais: Porque empresas devem fazer parcerias com ongs

É essa união de esforços nas três esferas que tem provocado mudanças profundas em grandes centros e nos seus entornos e que prova que os serviços sociais fomentados pelas OSCs são primordiais para auxiliar a vida das pessoas em situação de vulnerabilidade nas grandes cidades..

Quer colaborar com uma vida melhor nas grandes cidades? Veja como sua empresa pode ajudar o Ramacrisna.

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