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Setembro Amarelo – Acolhimento empático para mais de 500 jovens do Ramacrisna

Ação será virtual e ganha ainda mais relevância em tempos de isolamento social

 

O chamado Setembro Amarelo é conhecido mundialmente como o mês de prevenção ao suicídio. Essa campanha tão importante visa valorizar a vida e chamar atenção para o cuidado com a saúde mental. Para marcar a data, o Instituto Social Ramacrisna anunciou hoje o retorno do Projeto Se Cuida Jovem! Em parceria com a Faculdade Pitágoras, os estagiários do curso de psicologia vão iniciar o atendimento, agora na modalidade virtual em grupo, para todos os jovens inscritos no Programa Jovem Aprendiz do Instituto.

 

São cerca de 576 Aprendizes, que atuam em 103 empresas parceiras.  Para Solange Bottaro, vice- presidente do Instituto Ramacrisna, em um ano de pandemia, com o isolamento social se estendendo, o projeto ganha ainda mais força e relevância. “Com este projeto poderemos oferecer apoio e acolhimento para jovens em situação de vulnerabilidade social.”

 

Nathália Paro, Coordenação Pedagógica do programa Adolescente Aprendiz, conta que este projeto teve início em julho de 2018 numa perspectiva de atender aqueles jovens que estavam em algum sofrimento mental. “O sofrimento é intangível, mas ele causa impacto em todas as relações desses jovens, seja ele social, familiar ou profissional… Desde que iniciamos este trabalho com os aprendizes vimos grandes resultados, inclusive, com devolutivas muito positivas das empresas, das famílias e também de uma melhora na evasão escolar”.  Ela explica que este projeto foi paralisado devido a pandemia. “A partir deste mês de setembro voltaremos de forma virtual, pois vimos novamente essa necessidade urgente de acolher este jovem”. A coordenadora enfatiza que o cenário atual demandou uma retomada do projeto. “Será um desafio realizar este projeto de forma virtual, tanto para os jovens, quanto para a Instituição, quanto para os profissionais envolvidos.  Mas nossa expectativa é alcançar o máximo de adolescentes possíveis e que está aí sem escuta, vivendo ansiedades terríveis, em sofrimento e até pensando em suicídio. Queremos é acolher, apoiar e mostrar as diversas possibilidades da vida.”


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